UMA HORA DE RÁDIO COMBATE

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Emissão Sem Regras 6 Fevereiro = Conteúdos =



BETTIE SERVEERT - The Pharmacy - cd Pharmacy of Love 2010

CLASS ACTRESS - Let me Take You Out - cd Journal Of Ardency

BFG - Laughing Tigers - cd Fathoms



THE HOT RATS - Damaged Goods

FIRE ENGINES - We Don't Need This Fascist

THE STOOGES - 1969

DAVID EUGENE EDWARDS - Just Like A Mexican Love -cd We Are Only Rders songs from J.L.Pierce

MIRANDA DALI - Subway

MI AMI - The Man In Your House



GOOD SHOES - Under Control - cd No Hope No Future

MY LUMINARIES - Welcome To The Family

RED VIOLET RED - Candy Cane

THE XX - Islands

THICK PIGEON - Crime

THE BLUE VIOLETS - Desire



THE OPPOSITION - In The Heart

Acredito que voçês também vão achar isto uma hora dos diabos,caso seja escutada.
Acredito que esta é uma das melhores emissões do Sem Regras, eu gostei.
Como o feed back tem sido nulo, aqui vai mais uma emissão para as deserticas planicies Alentejanas. Uma coisa é certa, nem que seja só para mim, esta é mesmo uma emissão dos Diabos...

P.S.Mais abaixo tenho um "post" com uma critica acerca desta emissão de um presumivel "profissional" de Rádio, que ataca toda a forma e o conceito desta hora de música, menos aquilo para onde esta hora se dirige - A MÚSICA -
Acredito que não tenha muitos ouvintes, mas também me parece, sobretudo para quem me conhece, que não quero ser aquilo que não sou. UM PROFISSIONAL de Rádio. Isso é só para os escolhidos, e quando fazem disso propaganda, para os GRANDES FRUSTRADOS.
E quando são Anónimos, são frustrados imbecis. Parece que existem sempre algum Mário Crespo perto de nós, será que este também vai escrever um livro de crónicas?
Por mim não se dê ao trabalho, pois não me considero melhor do que ninguém, e a única coisa que faço é passar música de que gosto numa horazita sem importância, com o consentimento da RUM (que espero não seja por favor).
Como vês não retiro o comentário e até faço dele destaque. Não é importante pois ninguém ouve também ninguém LÊ. Destaque esta semana ao minimal repetitivo, que por sinal não é música que me agrade de todo.(Quando se tem tanto tempo para maturação, deve-se ter o destaque merecido. Aí está um hino á imbecilidade profissional)

11 comentários:

doesthismakesense disse...

Não Luís não é só para ti.É para todos os que gostam de musica.
Mas mais vale poucos e presentes que muitos..... totós.
E bibó Braga que é o maior.

Luispink disse...

Tens toda a razão, afinal é isso uma das grandes diferenças do Sem Regras =Quem gosta ouve, Quem não ouve tem sempre algum debate da Assembleia da República para ficar mais culto. Haja SOM

dj duck disse...

Meu Caro Luís,
Já sabes que o duck está sempre deste lado...
Já agora,o que me dizes aos Mão Morta fazerem apresentação do novo albúm na Capital do Império?Será que o MM não o deixa dar um concerto no Theatro Circo para ele voltar a ser destruido?-)
Abraço
dj duck

luis gomes disse...

Sabes que os Mão Morta voltam gravar numa "Maior", e claro têm que fazer um Coliseu, mas claro que tocam em Braga, data é que ainda não existe. Cumprimentos

Anónimo disse...

Crítica parte I

"...Acredito que voçês também vão achar isto uma hora dos diabos,"
- Hummm... Catártico sem dúvida!
"caso seja escutada..."
- NEM MAIS! O nosso aspirante a radialista revela aqui todo o seu esplendor, parece não saber se tem ouvintes, ou, pelos motivos que mais adiante irei expor, não está sequer certo de alguma vez os poder vir a ter, demonstra que está consciente das suas limitações e sabe que o seu programita se baseia inteiramente numa farsa, tem como base um caderno de estilo e um formato que usurpou, de original não tem absolutamente nada! O nosso aspirante a radialista manifesta também uma total falta de contacto com a realidade, conclusão à qual se chega fácilmente escutando a veemência e o empenho que é posto nesta coisa, até parece que o nosso aspirante a radialista é que é o "berbdadeiro prebsibdente da xunta", não consegue compreender o facto de que o imitador só consegue ultrapassar o imitado quando a cópia supera o original, ora o que aqui é copiado, tem já estatuto de MITO e ascendeu a um patamar superior, sendo como tal uma referência única!

Anónimo disse...

Crírtica Parte II

"...Acredito"
- Eu não digo? Cá está, ACREDITO, por esta altura já só faltam velas, água benta a rodos e todos os livros de auto-ajuda jamais publicados, o que é preciso para isto funcionar é mesmo muita fé, pois então!
"que esta é uma das melhores emissões do Sem Regras,"
- E-XAC-TA-MEN-TE! Uma das melhores, imaginem se não fosse... Um toque sublimie de reconfortante narcisismo que infelizmente dará ao nosso aspirante a radialista o fôlego e a coragem necessários para prosseguir o seu tortuoso caminho ao longo do qual alguns incautos serão por certo tocados por esta farsa!
"eu gostei..."
- AGORA F....-..! A me... bateu na ventoinha (que por acaso até estava ligada)! Não é normal em mim recorrer a este tipo de linguagem, já não consigo é conter-me perante tamanho disparate!
Extraordinário! Ficamos também a saber que com esta fantástica manobra de auto-motivação, que o nosso aspirante a radialista é, (e pasme-se quem quiser) agora, fã de si próprio! NOTÁVEL! Só faltava mesmo todos os outros comentários fossem também da sua autoria, o que seria algo mesmo muito bizarro!

Anónimo disse...

Crítica Parte III

"nem que seja só para mim esta é mesmo uma emissão dos Diabos..."
- Estão a ver? Pronto! Calma! Vá lá! Alguns até podem compreender e outros não!
PEW... Aqui tresanda e não é só ao que a ventoinha espalhou, muito pior do que isso, cheira a soberba e a megalomania! A auto-promoção é a arma mais utilizada pelos incompetentes, muito triste e decadente, mesmo para “wannabes” deste calibre! Do tipo... Já que ninguém liga, a malta vai e toca a espalhar por aí que somos tão bons que até gostamos daquilo que fazemos, pode ser que a moda pegue!
F...-..! AMADORISMO da treta! Nem estilo próprio, nem técnica, nem nada! Na melhor das hipóteses e como é típico neste tipo de aspirantes a radialista, possui por certo uma enorme colecção de discos e está convencido que há coisas que só ele conhece e nunca ninguém ouviu, daí nada melhor do que apresentar um programita de rádio para mostrar como é que se faz, não poderei estar muito longe da verdade até porque no perfil do nosso aspirante a radialista se pode ler "Melómano Desenfreado", o que de imediato me remete para estas conclusões!
O nosso aspirante a radialista, tal como muitos outros que por aí grassam, parece achar que basta uma valente bebedeira, um chapéu esquisito, confiar na sorte e já está! (sic. Rowan Atkinson na série Black Adder opinando sobre o trabalho de actor).
Sucedâneos de António Sérgio Ferrão (RIP), com quem aliás tive o prazer de privar e tal como o nosso aspirante a radialista, há muitos, poucos conseguem é ser tão maus!
Ouvi a emissão em causa e achei horripilante, é de tal forma mau que de futuro passarei a utilizar este exemplo como a antitese do que deve ser um programa de rádio de autor, qual produto Chinês contrafeito. Não me refiro à qualidade da música, essa soa igual em toda a parte e é trabalho dos músicos, nem dos critérios, mas, desculpem a analogia (afinal esta opinião é dirigida a um amador e nestes casos convém não complicar muito) é quase como criar coelhos, qualquer um aprende, quanto mais não seja com a prática, não tem assim tanto que se lhe diga como à primeira vista possa parecer, basta juntar bons genes ficar de olho nos bichos e pouco mais! Estamos a falar de uma figura de estilo que como já referi foi usurpada, o que realmente me choca é a horrível qualidade da cópia.
O nosso aspirante a radialista tem tanta inexperiência como tem força de vontade, o que é mau, pois dificilmente se enxergará algum dia, além do mais só isso não chega, “wannabees” há muitos!

Anónimo disse...

Crítica Parte IV

Voltando às insuficiências do nosso aspirante a radialista (não vou perder muito tempo com isso por achar que não adianta), apenas quero que fique bem claro que este comentário não é maldicência pura é sim uma crítica que apesar de dura é construtiva, isto se o nosso aspirante a radialista tiver a humildade necessária para a compreendrer. Por exemplo, a respiração atabalhoada e estilo de locução cantado que utiliza, já extinto e próprio dos antigos locutores de AM é execrável, basta ouvir atentamente para reconhecer o Radialista Mário Graça (personagem interpretado por Herman José) que tem dentro de si, esta nunca falha, é uma das características típicas mais notórias nos amadores incompetentes, sem conhecimento rigorosamente algum de técnica de locução radiofónica, projecção e contenção de voz, que, como já deve ter percebido agora, tem regras, não é só treta e dizer umas coisitas em língua estrangeira. Só parece fácil, mas manter a modelação da voz a um nível normal em ambiente de estúdio é uma técnica que depois de dominada se torna pessoal, é preciso é lá chegar. Mesmo que se tratasse de uma opção estilística estaria errado! Esse era o estilo utilizado nos primórdios da rádio e muito antes do advento do FM e não tinha nada a ver com estética mas sim com a qualidade final do som da emissão, o mesmo se passava com a voz nasal que era utilizada para eliminar todos os silibares próprios da voz humana, isto porque a emissão em AM tem características próprias de fidelidade e estas eram algumas das contra-medidas usadas para minorar algumas insuficiências técnicas e melhorar a qualidade final do som recebido.
As duas maiores desgraças que acontecem aos aspirantes a radialistas é nunca serem confrontados com a sua própria realidade e consequentemente, serem autorizados a emitir. Enunciar o nome da banda, do álbum do qual é retirado o tema, o nome do tema e o ano de edição não basta, uns sloganzitos fortes, gosto musical e temos homem não! E O CARISMA! A INOVAÇÃO? A CAPACIDADE DE PRODUZIR UM CADERNO DE ESTILO ORIGINAL, CRIAR UM NOVO FORMATO? (a estas horas o nosso aspirante a radialista deve estar a pensar... E o gajo a dar-lhe com o caderno de estilo, mas que porra será essa? Será que só está à venda na internet? Como é que eu peço isso numa papelaria?).

Anónimo disse...

Crítica Parte V

Como se não bastasse, outro choque é o nome do programita, (que por ser premeditado ainda acho mais abnóxio) golpe de mestre, "Sem Regras", o grande chapéu que tudo abrange, como se uma função que tem uma componente técnica tão grande, pudesse não as ter, um verdadeiro paradoxo, o que percebi é que não tem por desconhecimento total das mesmas e pela total incapacidade de as implementar, é-nos dito logo de início que aqui não há regras, a desculpa suprema onde o nosso aspirante a radialista encontra certamente conforto, segurança, e refúgio. Tamanha barbaridade foi por certo "vendida" a um qualquer incauto director de programas inexperiente que quando for confrontado com esta realidade e um dia será, se desculpará dizendo, "é o nosso António Sérgio, o que é que se há-de fazer, o tipo passa música porreira e eu até gosto"! O que traduzido para Português corrente daria qualquer coisa como, Pá! Não digas nada, o gajo tem tanta boa vontade que não tenho coração para lhe por os patins, afinal também é só uma horita por semana, e no horário que lhe dei aquilo é coisa para meia dúzia de amigos se tanto!
Passe bem e aproveite, deve ter aprendido mais sobre rádio hoje do que alguma vez soube ou virá a saber em toda a sua vida! Um último conselho, talvez até lhe fizesse bem ver e ouvir muitos debates da assembleia da república, sempre compreenderia melhor algumas técnicas de oralidade, discurso e conversação, afinal os políticos também são profissionais da voz, não seja arrogante e pense sempre antes de usar a sua, e se acha que o que faz é cultura (alternativa) desengane-se, pois para o ser precisava de ter alma própria e a alma daquilo que faz não é sua é usurpada!

Cumprimentos,
Um profissional da rádio!

PS
Desculpe o anonimato mas se soubesse quem eu sou o seu ego poderia ficar séria e irremediávelmente danificado! Já agora, se apagar este comentário isso apenas revelará um baixo carácter e eu vou sempre saber, vejá lá se é capaz de mudar algo até ao próximo sábado, seria interessanrte de observar embora não acredite que seja possível, mostre-nos a fibra de que é feito, desafio-o!

luis gomes disse...

É a primeira vez que um distinto profissional de Rádio me faz uma critica. Estou deveras admirado, que um profissional se esconda no anonimato, que como sabe é a verdadeira cara dos cobardes.
Não me chame pseudo-radialista, pois não sou nem pretendo ser radialista muito menos pseudo, que é assim uma coisa que me faz arrepiar a pele. Como vê nem preciso de ventoinha.
Se faço rádio para os amigos? Claro, é natural que voçê não esteja nesse grupo, pois aos amigos eu conheço, O seu grupo é mais "Underground" em Português, talvez o Grupo da Dor de Corno. Desculpe a linguagem mas eu posso pois dou a cara e o nome.
Pode me ensinar tudo o que quizer, menos fazer filhos, pois isso já aprendi e com sucesso.
Obrigado pela sua preocupação com o meu Ego, ele é forte -Resiste- Não me diga que voçê é a encarnação do grande J. Peel, só isso me deixaria um pouco abalado, de resto, sigo o meu caminho caminhando.
Eu digo que esta é uma boa emissão e aqui caro profissional, estou a dar a minha opinião,não estou a passar uma informação. Isto senhor profissional é uma norma básica em jornalismo.Não estou a dizer com esta afirmação de que o meu Blog, queira ser algo de que não é.
Não tenho absolutamente vontade nenhuma de fazer rádio profissional, aliás o Sem Regras existe vai para doze (12) anos na RUM e sempre foi uma coisa caseira, onde para mim só existe uma regra o gostar de música e poder partilhá-la com os meus amigos (estes sim podem ser anonimos). Se o profissional não gosta tem bom remédio, mas por favor não me faça desafios, pois não jogo com cobardes anonimos.
Esta emissão podia até ser uma péssima emissão...mas fez pelo menos perder tempo a um profissional anonimo e isso caro PROF já é alguma coisa.

P.S Claro que não apago o seu comentário, isso seria uma vitória para os vermes que não tem cara.

Jack disse...

Caramba! Esta verrina anónima e auto-proclamadamente profissional faz pensar nos discursos vazios dos senhores também profissionais da soneca do terceiro anel da citada Assembleia da República que só são chamados a botar discurso quando todos os outros deputados sentem a necessidade de ir ao bar. Ou seja, não há balão em poisio que não dê traques quando lhe apertam o pipo.
Vou ali beber um café e volto já.